O calor torna a noite demasiadamente longa,
os ponteiros do relógio resolveram retroceder,
tento me desfazer do suor que é minha única e nada agradável companhia,
e nesse momento a solidão deita ao meu lado trazendo consigo tantas outras presenças
das quais algumas não faço questão.
Vejo-me fazendo parte de um circulo formado na escuridão do quarto bem em cima da cama,
a minha direita está à lembrança que dificilmente fica longe da saudade e/ou do arrependimento,
a esquerda está o medo, logo à frente os sonhos.
Bato e tranco a porta para que não aumente o numero de ocupantes que dissipam
pouco a pouco meu sono e me leva a uma reflexão que talvez não me leve a lugar algum.
Observo-os, o sonho é o que mais me chama atenção talvez porque esteja logo
à frente ao alcance do meu olhar, no entanto mais distante das minhas mãos
nesse momento interrogo-me:
_ Como pode algo estar tão perto e ao mesmo tempo tão distante?
os ponteiros do relógio resolveram retroceder,
tento me desfazer do suor que é minha única e nada agradável companhia,
e nesse momento a solidão deita ao meu lado trazendo consigo tantas outras presenças
das quais algumas não faço questão.
Vejo-me fazendo parte de um circulo formado na escuridão do quarto bem em cima da cama,
a minha direita está à lembrança que dificilmente fica longe da saudade e/ou do arrependimento,
a esquerda está o medo, logo à frente os sonhos.
Bato e tranco a porta para que não aumente o numero de ocupantes que dissipam
pouco a pouco meu sono e me leva a uma reflexão que talvez não me leve a lugar algum.
Observo-os, o sonho é o que mais me chama atenção talvez porque esteja logo
à frente ao alcance do meu olhar, no entanto mais distante das minhas mãos
nesse momento interrogo-me:
_ Como pode algo estar tão perto e ao mesmo tempo tão distante?
2 comentários:
Lindo, lindo, lindo, é muito difícil traduzir sentimentos em palavras, mas quando se vê isso de forma tão forte e legível é de arrepiar. Adorei!
ô Fê, que legal que você gosta do meu "cantinho". Beijos
Postar um comentário